Soja tem cenário favorável para novas altas em Chicago e produtor deve ficar atento às oportunidades
- Equipe Braspulv

- 5 de jul. de 2021
- 1 min de leitura
O mercado da soja foi marcado nesta semana,

ao lado da questão climática para o Corn Belt, pela divulgação do novo boletim de área de plantio 2021/22 dos Estados Unidos, que trouxe números menores do que o mercado esperava tanto para a soja, quanto para o milho. Essa área menor acabou colocando ainda mais pressão sobre o tempo e, como explica Carlos Cogo, esse é um novo cenário que começa a se desenhar para a formação dos preços e que deve ser aproveitado pelos produtores brasileiros. "É uma safra para 120 milhões de toneladas, o que não é nada surpreendente. E agora fica por essa questão do risco. O que afetar isso vai colocar a soja em outra rota. Uma ameaça que venha a ocorrer nos EUA, como clima seco que está previsto, pode devolver um patamar mais alto para a soja, entre US$ 15,50 a US$ 16,00 por bushel", explica o sócio-diretor da Cogo Inteligência em Agronegócio. Nesta sexta-feira (2), os futuros da oleaginosa negociados na Bolsa de Chicago terminaram o dia com pequenas altas de 3,50 a 5 pontos nos principais contratos, com o julho sendo cotado a US$ 14,51 e o novembro a US$ 13,99 por bushel. Ao longo do dia, os preços subiram quase 30 pontos e ao longo da semana exibiu ganhos expressivos.




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