Trigo: setor produtivo no Brasil reforças críticas à variedade transgênica
- Equipe Braspulv

- 28 de set. de 2021
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As associações que representam a indústria do trigo e de derivados do cereal, a Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo)

Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (Abimapi) e a Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria (Abip), se manifestaram contrárias à importação e à comercialização de trigo geneticamente modificado (OGM) e da farinha dele proveniente no Brasil. Em coletiva de imprensa realizada na tarde desta segunda-feira, 27, presidentes das associações rejeitaram a possível aprovação do cereal. “O posicionamento da indústria do trigo é unânime e contrário ao trigo transgênico”, disse o presidente executivo da Abitrigo, embaixador Rubens Barbosa.
país, liberação comercial de trigo e farinha transgênicos para consumo humano e animal é discutida pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio).
A Comissão está em processo confidencial de avaliação da permissão da comercialização do trigo OGM da variedade HB4 para “aumento de produtividade em situações e ambientes de baixa disponibilidade hídrica e resistente ao (herbicida) glufosinato, para uso exclusivo em alimentos, rações ou produtos derivados ou processados”. O pedido foi feito pela Tropical Melhoramento & Genética (TMG), que representa neste processo a empresa argentina de biotecnologia Bioceres, detentora do cultivar. O parecer final da comissão sobre o assunto deve ser conhecido no início de outubro, em reunião mensal do Conselho.




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